frase do dia: ‘a homofobia é mais uma constatação da perda da ternura no mundo, ser
preconceituoso com os LGBTs é retroceder; além de prejudicar o crescimento humano.’

(letícia spiller - atriz brasileira)

última atualização: 19/08/2009 20:36:42

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

movimento D'ELLAS

Movimento D'ELLAS
Mulheres homoafetivas no combate a toda e qualquer forma de discriminação e violência

Coordenadora: Yone Lindgren
Telefone: (21) 3813-1960

Missão: fundado em 23 de Março de 1993 o Movimento D’ELLAS é uma organização não governamental sem fins lucrativos que tem como missão o combate a toda e qualquer forma de discriminação e violência, atuando na defesa e promoção dos direitos da mulher, em especial mulheres Lésbicas, Bissexuais e Transexuais e na visibilidade da livre orientação sexual.

Meta: informar, articular e fortalecer as mulheres Lésbicas, Bissexuais e Transexuais em Saúde integral, Trabalho e Renda, Direitos Humanos, Cultura de Paz e Ecológica, Políticas Públicas especificas, Arte Educação (esporte, lazer, comunicação). Atuando na construção, promoção e desenvolvimento da qualidade de vida, de suas potencialidades e auto estima para uma vida mais justa e cidadã em pleno exercício de seus deveres e direitos.

CRDH GLBTT-A
Centro de Referência em Direitos Humanos GLBTT-A (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Aliados)

Executado: pelo Movimento D'ELLAS de Yone Lindgren
Coordenador Executivo: Rodrigo Canuto
Telefone: (21) 3399-1303 ou 3077-9119

Missão: em funcionamento desde 15 de dezembro de 2006 o Centro de Referência em Direitos Humanos GLBTT-A (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Aliados) do Rio de Janeiro e executado pelo Movimento D'ELLAS e o objetivo desse é servir como uma ferramenta na promoção do fim das desigualdades sociais. O CRDH possui no seu quadro o psicólogo Alberto Carneiro, a advogada Fernanda Mattos e a assistente social Renata Guimarães, além de ouvidores treinados para o atendimento. Tendo como responsável pela coordenação executiva o jornalista Rodrigo Canuto. Esse grupo está fazendo história ao construir o centro de forma unida, independente de hierarquias ou funções. Ou seja, todas as decisões e atitudes são discutidas em equipe de forma a otimizar o acolhimento dos assistidos e o encaminhamento de denúncias.

Meta: fornecer orientação geral sobre direitos e deveres do cidadão e sobre a legislação que assegura esses direitos a população de orientação GLBTT, bem como os direitos fundamentais da pessoa humana aos demais segmentos vulneráveis da sociedade, encaminhando para os serviços especializados de atendimento cada caso específico. A população GLBTT recebe um atendimento especializado, de modo a desenvolver ações de promoção da cidadania, combate ao preconceito e a violência homofóbica.



pedido de ajuda

Prezadas (os) amigas (os) e aliadas (os),

Vários 'Centros de Referência GLBT' do país inteiro ainda estão incertos sobre sua renovação ou não pela SEDH (Secretaria Especial dos Direitos Humanos). O CRDH (Centro de Referência em Direitos Humanos GLBTTA), executado pelo Movimento D'ELLAS, também está passando por esse momento dramático.

Não podemos simplesmente deixar nossos usuários sem o devido atendimento. Apenas no ano de 2007, foram realizados mais de 500 atendimentos pelo CRDH nas áreas de orientação jurídica e atendimento psico-social. Além disso, um dos serviços do CRDH é o ‘Disque Defesa Homossexual’, existente no Rio de Janeiro desde 1999, sendo o primeiro do país.

Dessa forma, necessitamos da colaboração de todos, amigos, parceiros e aliados. Não podemos permitir essa falta de respeito à população GLBT, tampouco desistiremos sem lutar! Pedimos que envie ao ‘Programa Brasil Sem Homofobia’ uma mensagem exigindo a renovação do CRDH, com cópia para nosso e-mail.

O endereço eletrônico do programa é brasilsemhomofobia@sedh.gov.br
Nosso e-mail é: crdh_rj@yahoo.com.br

Sugestão de mensagem para o Programa Brasil Sem Homofobia

Assunto do e-mail:
PELA RENOVAÇÃO DO CRDH DO RIO DE JANEIRO

Eu, [seu nome] reconheço a importância do Centro de Referência em Direitos Humanos para a população GLBTTA no combate a homofobia na região metropolitana do estado do Rio de Janeiro. Dessa forma, venho por meio deste exigir que o convênio com o Movimento D'ELLAS seja renovado para continuação dos trabalhos do CRDH e do Disque Defesa Homossexual.

Atenciosamente,

Assinatura (seu nome completo)



Obrigado pela atenção e compreensão de todas (os),
Rodrigo Canuto, Cris Simões, Felipe Silveira, Ana Paula Theodoro e Yone Lindgren


sexta-feira, 27 de julho de 2007

GPH - grupo de pais de homossexuais


O GPH - Grupo de Pais de Homossexuais foi a primeira ONG brasileira fundada para acolher pais que desconfiam ter ou têm filhos homossexuais. Foi fundado com intuito de suprir a falta de um ambiente seguro e acolhedor onde pais e mães pudessem trocar informações e experiências sobre seus filhos e, se for o caso, solidarizarem-se durante o difícil processo de aceitação. Além disso, sabemos que pessoas com a mesma questão pra resolver se sentem mais fortalecidas quando conversam entre iguais.

Características do GPH
- É administrado por duas mães de homossexuais
- É exclusivo para pais e mães de homossexuais
- Tudo o que é falado no grupo é absolutamente confidencial
- É um grupo de acolhimento e ajuda-mútua.
- Religião e política são assuntos aceitos no grupo, somente quando o foco é a diversidade sexual.

Fundadora da ONG: Edith Modesto
É escritora, professora universitária e pesquisadora, mestra e doutora em Semiótica francesa pela USP e escritora de ficção juvenil e de livros para adultos sobre homossexualidade.

Em 1992, descobriu que o caçula de seus sete filhos (seis homens e uma mulher) é homossexual. Desesperada, sentindo-se muito só e completamente ignorante sobre a questão, ela procurou outra mãe como ela para conversar e não encontrou.

Em 1997, formou um pequeno grupo de mães de homossexuais, também para que outras mães tivessem o que ela não teve. Até 1999, o grupo não passava de quatro mães, que se encontravam em sua casa.

Em 1999, o grupo virtual foi fundado e o GPH começou a crescer, principalmente porque Edith criou coragem para divulgar sua existência na mídia.

A partir de julho de 2005, o grupo contou com o apoio psicológico voluntário do psicólogo Klecius Borges, o único especialista em terapia afirmativa no Brasil.
Durante esse tempo, sua fundadora tem feito parcerias com vários grupos de militância e com a Prefeitura de São Paulo, principalmente para falar sobre a diversidade sexual para professores da escola pública.

Em julho de 2006, a Editora Record lançou o livro “Vidas em arco-íris – Depoimentos sobre a homossexualidade”, de autoria da fundadora do GPH, livro feito a partir de 89 entrevistas com homens e mulheres homossexuais, de 15 a 62 anos.


Em seus quase 10 anos de existência, o GPH teve de se adaptar para trabalhar também com os(as) filhos(as) que procuram a ONG todas as semanas, interessados em saber como conversar com suas mães e seus pais, buscando apoio e solidariedade. Assim nasceu a idéia do Projeto Purpurina, um projeto multicultural cujos integrantes são nossos filhos e seus jovens amigos. O público alvo do Projeto Purpurina é a população jovem gay paulistana, focando em adolescentes e jovens de 13 e 23 anos. No projeto os jovens podem conversar sobre assuntos de seu interesse com a participação de especialistas convidados, além de participar de programas musicais, passeios e filmes comentados pelo Dr. Klecius Borges (psicólogo) e por Edith Modesto (professora de cinema).

As reuniões são realizadas todo primeiro domingo do mês a partir das 15hs
Local: Escola da Rainha na Rua Rodésia, 213 - Vila Madalena
Transportes: os encontros têm transporte gratuito (sinalizada com o nome do projeto) saindo do Metrô Vila Madalena, próximo à saída das escadas rolantes (ao lado do terminal de ônibus) com saídas às 15hs, 15h30 e 16hs
E-mail do Projeto Purpurina


quarta-feira, 18 de julho de 2007

Mo.Le.Ca - movimento lésbico de campinas


As reuniões são realizadas aos sábados às 15:30 horas

Endereço: Rua Costa Aguiar, 197 - Campinas - SP - CEP 13010-061
Telefone: (19) 3231-2995

Inscreva-se no
grupo de discussão

O Grupo Mo.Le.Ca - Movimento Lésbico de Campinas é uma organização formada, organizada e voltada totalmente aos interesses das mulheres lésbicas e bissexuais. É uma associação civil sem fins lucrativos, de natureza não governamental, sem qualquer vinculação a partidos políticos ou crenças religiosas. O Grupo é dirigido somente por mulheres e realiza todas as suas atividades voltadas ao público lésbico e bissexual da região de Campinas. Segundo pesquisas recentes do Ministério da Saúde do governo brasileiro, calcula-se que, no mínimo, 3,5% da população seja lésbica. Assim, no município de Campinas SP, que conta com uma população de 1 milhão de habitantes, estima-se que a população lésbica gire em torno de 35 mil mulheres. O Mo.Le.Ca. foi criado no ano 2000 para atender a demanda dessa população, criando um espaço específico para discussão da vivência lésbica, dos preconceitos que dela emergem e para promover a inclusão dessas mulheres na sociedade, de forma igualitária. A idéia começou a tomar forma no início do ano 2000, quando um pequeno grupo de mulheres homossexuais foi formado por Edwiges Rabelo de Lima, Neusa Maria de Jesus, Adriana Ramos e Maria Helena de Almeida Freitas e iniciada a discussão. Foram enviadas 35 cartas às conhecidas e em 20 de maio de 2000 foi realizada uma reunião entre lésbicas, bissexuais e interessadas, e compareceram onze mulheres que discutiram suas impressões a respeito da criação do grupo de discussão, sendo decidido que seria um grupo formado especificamente por mulheres.

- Participação na LBL
- Liga Brasileira de Lésbicas; e em outros diversos fóruns e organizações.
- Participação no Orçamento Participativo do Município de Campinas;
- Participação e/ou organização de eventos na temática direitos humanos;
- Participação em ações, junto com outros grupos, visando a elaboração de leis anti-discriminatórias municipais, estaduais e federais.